01/03/2012

De tarde

Este barulho
não é o das horas.
O que escorre de mim
nem de longe é sangue.
A poesia não existe.
Nada existe.

Só esta tarde existe.

Em mim há dois seres
e eu não sou nenhum deles.
Queria morrer cantando...
Não quero mais! soube que a morte
ainda não é o fim.
É querer muito só o silêncio desta tarde?
Nem quero mais...

3 comentários:

  1. Salve André!

    Vim retribuir a visita e o que vejo... um poeta de mão cheia! Já estou te seguindo pois quero desfrutar dessa sombra poética que é este teu recanto.

    Abraços

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  2. Belos textos e excelentes poemas. Você está de parabéns (:

    beeijos e tenha uma otima semana

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