14/11/2012

Quando as portas fecham

Quando as portas fecham
e não há aurora
fico como tonto

ando feito louco

pelo bar dos dias
vai-se o copo, as
horas...

e não há aurora.


 Aurora,

como te quero agora! Aurora
da minha vida... Carne
em minha labareda...

Mas aurora não quer nem saber

e me deixa na porta e me deixa na mão
feito cão sem casa
a desovar auroras
pelo mar das pias...

A. F.


~ Poema selecionado no "Prêmio Cultural Poesias de Amor"
para compor a antologia "O Livro do Amor" (AAL — 2012).

3 comentários:

  1. Olá! Pesquisando poesias encontrei o seu caderno. É muito bonito.Parabéns!Visite o meu cantinho
    www.profvaldetecantu.blogspot.com.br/
    Sucesso.Um abraço.
    Valdete Cantu

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  2. André...
    Mais uma vez tenho uma agradável surpresa ao visitar seu Caderno. A qualidade da sua escrita me deixa satisfeito e otimista. Continue produzindo e dividindo a sua sensibilidade com o mundo.

    Obrigado pelas visitas e comentários, me valem como grande incentivo.

    Abraços

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  3. Este caderno tem mais conteúdo que qualquer outro que já vi! Parabéns amigo, nunca pare de escrever, você tem um dom! xoxo

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