Há qualquer coisa de triste
nessas moças que servem
café.
Encaro a mais feia, peço:
— Um café puro, por favor.
— Já trago, um momento.
(Risco num guardanapo:
Só os desesperados vão
a cafés p/ escrever.)
— Aqui está, mais alguma
coisa?
— Seu nome.
— Seu nome.
— Oi? Ah, é Caroline...
— Eu sei o seu segredo,
Ca-ro-li-ne, digo ao pé
do ouvido.
do ouvido.
Caroline nunca mais
voltará ao trabalho.
A. F.
Há um conto do Luís Fernando Veríssimo em que um dos personagens faz isso ao telefone com vários amigo.
ResponderExcluirBem lembrado, Marcos, adoro esse conto do Veríssimo.
Excluiro Marcos lembrou bem. a-do-rei tua poesia, fiquei curiosa,rsrs o segredo de Caroline?
ResponderExcluirAndré, como eu gosto do seu jeito de escrever. Foi um presente ter conhecido o seu blog. (:
ResponderExcluirÉ, eu me encaixo na loucura de ir a cafés só para escrever!! hahaha... Gostei disso demais!!^^
Beijos!!^^
André; sou uma das loucas dos cafés...e queria tbém saber do segredo que guarda esse talentoso escritor que é vc!! bjins pra ti
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